Uma formiga carregava um palito.
Teria sido eu a carregar uma árvore inteira?
Não sofria exoesqueleto de formiga...
Aquilo era uma beleza, pleno malabarismo em minha frente...
Eu como frágil, mole por fora, duro por dentro, olhava meu oposto, e em meu peito um gosto, malabares com o pinheiro que se desenha em minha frente...
Forte formiguinha... carregou com toda força sem titubear quinze minutos de minha vida, que às vezes pesam mais que a concreta trave que atravessa os meus dias... forte formiguinha... fraco e interrogativo ser estupefato me senti...
Teria sido eu a carregar uma árvore inteira?
Não sofria exoesqueleto de formiga...
Aquilo era uma beleza, pleno malabarismo em minha frente...
Eu como frágil, mole por fora, duro por dentro, olhava meu oposto, e em meu peito um gosto, malabares com o pinheiro que se desenha em minha frente...
Forte formiguinha... carregou com toda força sem titubear quinze minutos de minha vida, que às vezes pesam mais que a concreta trave que atravessa os meus dias... forte formiguinha... fraco e interrogativo ser estupefato me senti...
Marcio J. de Lima
Guarapuava, 22/04/2018
https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com.br/?m=1
Guarapuava, 22/04/2018
https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com.br/?m=1
Imagem obtida em: https://pixabay.com/pt/photos/formiga-de-madeira-vermelha-7152315/
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