domingo, 11 de julho de 2021

Fragmentei.

 


Fragmentei. Cada um montou uma peça,
Um ficou com os versos, outros a juntar em estrofes,
Alguns escolhiam as rimas, outros suas riquezas,
Muitos a juntar metáforas, outros a bolar o título... 

Cada um a escolher, no intervalo, sua cor...
Os dias, se repetem, as funções, não...
Por insistir num modo velho, ou no novo modo de agir, tão simbólico, tão rico... Fez-se a revolução... A chave de ouro resistiu... Ela, todos mexiam, todos estudavam, todos no fim de semana a cantavam... Tão excelsa, tão pura e criativa, espalhou tudo num amálgama, e o que era doce, mais doce ficou... O que era amargo, o amargo amargou... E o carro que a tudo isso ouvia, celebrava a nova poesia...
(Marcio de Lima...

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