Dai-me de novo,
ó Espírito da curiosidade pueril,
a sabedoria que em mim outrora habitava,
de quando mirava ao infinito e me encontrava a imaginar,
de como os pirilampos
na escuridão da noite escalam o mais alto do céu
e de lá se exibem a cintilar.
(Marcio Lima)
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