Desde 30 de Maio de 2011. Blog destinado à socialização de contos, crônicas, poesias, artes em geral e outros assuntos pertinentes. O Leitor pode criticar, sugerir. Repartir, eis o objetivo principal. (contato com o Blog:marciojotadelima@gmail.com) !!!PUBLICAÇÕES A QUALQUER MOMENTO!!!!
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Quem ousou pôr um uivo na branca folha?
quinta-feira, 20 de julho de 2017
Ruas de barro e um tempo que não volta mais... (Mud streets and a time that never comes back...)
No chão os cogumelos de poeira e gelo. A brincadeira de pisá-los, a afundar o pé calçado pela velha conga. Maleta, um sonho, uma porção de esperança em minha mão... Pai ia trabalhar, construção civil, mãe do lar a cuidar da casa e dos irmãos... vida modesta, honesta, sofrida, mas bem vivida. Pouco salário, trabalho informal, muita criatividade de minha mãe para fazer render o minguado ganho... Os dias se faziam longos, as brincadeiras eram multiplicadas com muita desenvoltura em que duas pedras, uma tábua, uma corda, rendiam muitos brinquedos e brincadeiras. Havia em nossos rostos um riso inocente, um sofrimento atenuado por nossa energia de criança... Nos finais de semana, quando meus tios ou parentes vinham nos visitar era uma alegria só. Neste dia minha mãe fazia uma comida especial... Muitos risos das histórias engraçadas ou assustadoras que eles contavam. Brincadeiras diversas com a criançada, um campinho de várzea, futebol para os meninos, as meninas brincavam de corda... Ao correr do dia, todos brincavam de tudo... criança é criança e sabe que em se tratando de diversão, divisão de gênero é só uma convenção que só ganha dimensão com o correr do tempo... Um café para todos com bolinho da graxa, um pão quentinho feito no forno de barro, margarina primor no pacote plástico, chá, café com cevada, um bolo de fubá com erva-doce, todos unidos à mesa. Poucos recursos, amizades verdadeiras, vínculos familiares fortes... Se haviam problemas, nós crianças não notávamos, pois para nós crianças era uma festa... uma bela festa que até hoje sinto falta... A noite chegava, o domingo acabava, a família se reunia à área a repetir parte das histórias e relembrar da festa que fora o dia... ríamos muito, o dia realmente fora muito divertido... É... tempo que não volta mais...
Marcio J. de Lima
09/07/2017
https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com.br/?m=1
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quinta-feira, 13 de julho de 2017
Linha de produção
O verso é meu negócio!
Produto sublime
No tempo do ócio.
Marcio J. de Lima
Do blog devaneios literários do Lima
26/08/2016
Imagem obtida em:https://pixabay.com/pt/lugares-perdidos-fábrica-idade-1510592/
quinta-feira, 6 de julho de 2017
Não passaram de letras mortas...
Não produziu nenhum suspiro, nenhuma indignação.
A ele restou a total ignorância...
Um vazio tal qual o sentar em frente à tevê...
Um vazio tal qual padecer de esquecimento...
Pode amassá-lo, por favor não rasgue-o,
Pode atirá-lo à primeira lixeira, na repartição azul, que encontrares à sua frente.
Enquanto você dorme, eu irei velar pela pobre árvore que tombou inutilmente...
Márcio José de Lima
DO blog devaneios literários do Lima
06/08/2016 Guarapuava.
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Placa
quinta-feira, 22 de junho de 2017
Não posso parar
Linda imagem
Que se estende à minha
Frente,
Doce, clara, vem
Limpando a minha mente...
Refrão:
Não posso parar
Não posso parar
Pois à frente tem o mar...
Lindo, Belo, doce mar...
Lindo, Belo, doce mar...
Tudo nesta vida
Tem sentido
Rogo ao Céu
E sou ouvido
Para seguir andando
Um dia caí...
Foi lá do chão
Um mundo melhor, vi...
Márcio José de Lima
10-09-2016
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quinta-feira, 15 de junho de 2017
Pedaço de lua
Uma fatia de Estrada
Um riso falseado
Uma verdade nua
Você, em seu canto, diz:
Sou sua...
Cansado do orvalho
Deveria esconder-me em casa...
Mas resolvi
De peito rasgado
Dormir na rua...
Márcio José de Lima
http://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com.br/?m=1
quinta-feira, 8 de junho de 2017
terça-feira, 6 de junho de 2017
Devaneando (Daydreaming)
Deixei-me ali estirado ao chão... Um coração ao lado. A boca ainda vazia. Não haviam palavras. Deixara claro minha preferência pela poesia. Ao invés de gritos e a força bruta. Minha voz suave era havida como fraqueza. Nunca erguia a voz nem para discordar da mais óbvia idiotice... defendida com os dardos de mais inflamados sofismas. Sofria quieto. Meu maior grito era - o tempo que premiava cada desavença com seu devido preço. Cada grão de areia bailava seu devir... cada verso teimava em sair com pelo menos uma gota de esperança. Esperança de ver o que é justo... ser realmente justo. A criança dormir satisfeita de pão e amor paternos. Os pais, de peitos abertos estarem presos por amor... livres de tudo. Juntos por algo bem maior... Um conjunto de sonhos a dois... Escrito num livro Dourado... o mais valioso livro com histórias verdadeiras, não com menos importância que elas, mas com diretrizes a uma alma, a qual algum dia foi dividida em duas partes... e hoje buscam soldar o que o ódio algum dia tratou de separar.
Marcio Lima
Do blog devaneios literários do Lima - 10/11/2015
Imagem obtida em: https://pixabay.com/pt/photos/m%c3%a3os-compaix%c3%a3o-ajuda-velho-cuidado-699486/
quinta-feira, 1 de junho de 2017
O que dizer de nossos dias atuais?
http://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com.br/?m=1
Sempre tive medo de ser quem não era,
Sempre tive medo de ser quem não era, Hoje, peça do Absoluto, enfim me escuto; Há algo em meu peito que se desespera, Pois de tudo que vivi,...
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(*) A neve caía branquinha e todos se sentiam felizes. Cobria toda a cidade. As crianças brincavam, mas a...
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1 Naquele momento ela impressionava pelo sentimento de solidão no jardim, embora já fizesse muito, muito tempo que ali se encontrav...
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Não te entregues ao vão desejo de ser o que querem que sejas Entrega-te alegremente à tua essência Toma-a como presente divino e exclu...
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Cravados os versos Que o cardio aflora Fluem dispersos De escuridão à aurora Irrompem sonhos O...
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Tô olhando aqueles lindos versos que você me deu Tô olhando o escuro da noite e lembro os olhos seus Você já converteu as minhas quedas...
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Lá vai ela. Mais um serzinho no meio da multidão. A gaiota carregada de papelão, bem próximo ao braço da gaiota um pequeno bebê olha curi...
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torci que os versos que se faziam pesados na caneta corressem-me como águas no riacho: límpidas, ligeiras, longevas. a noite inteira ...
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U m brinde às pessoas bem-humoradas Q ue levam com vivacidade os pesos que a vida se encarrega de pôr em suas costas. U m brinde à...
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Prezados leitores e leitoras, minha produção voltada à arte, à literatura tem sido pífia aqui no blog. Tenho me dedicado a outras empreitad...





