sábado, 20 de setembro de 2025

"Uma noite Solitária" Podcast

Ouça o Podcast produzido na Gemini  sobre o conto "Uma noite Solitária" de Marcio Lima. 


Gostou? Deixe seu comentário. Tem alguma sugestão, contate-nos pelo e-mail do autor na página inicial do blog.

O conto original você encontra no endereço abaixo:

 https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com/2012/07/uma-noite-solitaria.html

sexta-feira, 19 de setembro de 2025

Sim, um dia evoluiremos integra a primeira edição da Revista Literária Pontes e Parágrafos

Olá pessoal!

Meu texto "Sim, um dia evoluiremos" integra a primeira edição da Revista Literária "Pontes e Parágrafos".

Literatura, Arte e muita criatividade povoam essa primeira edição, e, que seja longa e dê bons frutos.

Fiquem bem e acessem o link abaixo da Revista "Pontes e Parágrafos": 

https://encurtador.com.br/SXaM9




domingo, 14 de setembro de 2025

Versos de cabresto [Poema e Poema musicado de Marcio Lima pela Gerasom]

 


Não me peça de cabresto uns versos isolados de contexto. 
A poesia não é assim.
Põe a mão à garganta e força 
E aos regogitos lá vem ela... 
Embora seja quase assim... 
Por seu caráter espontâneo. 
A rima, a lima, o ferro e a foice, 
Depois de muito suor, 
Surge como algo extemporâneo... 
Me julgam de não saber nada em matéria de poemar, por tanto dele perguntar, tanto dele exclamar... 
Sim, nada sei... deste imenso mar... 
Só sei... se como o ar que entra aos pulmões que se passa despercebido. 
Assim se fez em mim tal mecanismo... 
Que é quando menos respiro que sei o quanto me faz falta... 
Quando dele nada indago, nem uma mísera exclamação... 

Olho aos lados, vejo flores, corpos lacivos, atos de amor, lágrimas e alegria... então sinto algo a me faltar... 
Meu amor me desacredita, por eu ser um fingidor... 
Não sabe que quando meus versos são latentes é que são de paixão... 
Sendo eles de sofrimento -
Frutos de um verdadeiro amor... 

Já vi fantasma, onça brava, dinheiro aos montes... já vi reza de Santo, do Cristo, seu manto... 
Do pó,  me ficou a estrada... 
Das histórias, só me restou a fada... 
Um dia já acreditei em nada... 
Da esperança, fiz meu mote de vida... 
Pois saiba, se finjo a dor de tantos... 
Não saberia, melhor ainda, viver as dores em mim? 
Se a cada dia se morre um pouco... 
Para no outro dia renascer... 
Te amarei eternamente até que este dia chegue ao fim... 
Marcio José de Lima 

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

O Boitatá - Podcast do Devaneios [Gerado pela Gemini]

Nesta semana você vai ouvir este novo Podcast do Devaneios falando de uma lenda muito conhecida. É a lenda do Boitatá que foi contada aqui neste canal de uma forma fantástica e às vezes engraçada, mas que é muito séria, ainda porque aborda temas relevantes como relatos históricos e enfatiza a importância de nosso folclore brasileiro e sua riqueza e simbologia. 

Essa lenda ainda é muito ouvida contada por pessoas de mais idade. Aqui no blog você encontrará ela na íntegra no link ao final. Mas neste momento, fique com o Podcast, que esperamos que você curta, nobre leitor.

Fique com a gente!


Po


Clique no link abaixo e leia a história na íntegra!

https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com/2014/01/o-boitata.html

terça-feira, 2 de setembro de 2025

sexta-feira, 22 de agosto de 2025

Era, com certeza, um lobisomem! (It was definitely a werewolf!)

 



VI TIO JOÃO SE DEBATENDO SOZINHO NO CAMINHO. PENSEI, DE NOVO TIO JOÃO BEBEU... MIRAVA NOVAMENTE UM PONTO, E, NUM REPENTE ELE SUMIU NO MATAGAL. LUTAVA FERRENHAMENTE COM ALGUMA COISA, TODAVIA, EU NÃO ENXERGAVA O QUE ERA. NENHUM ZUNIDO, GRUNHIDO, LATIDO OU QUALQUER COISA ASSIM.

ERA TARDINHA E A PENUMBRA COMEÇAVA A TOMAR CONTA. EU E MEUS IRMÃOS RIMOS MUITO DAQUELA CENA. TIO JOÃO, SEMPRE BRINCALHÃO, PENSAVA. LOGO MINHA MÃE SAIU À PORTA. E, RIU-SE, ACHOU ENGRAÇADO TAMBÉM. TODAVIA, OLHEI PARA MINHA MÃE ALGUNS SEGUNDOS DEPOIS, E ELA HAVIA SE EMPALIDECIDO. O SORRISO JÁ NÃO SAIU MAIS. E, BRILHOU EM SEUS OLHOS UM MEDO DE OUTRORA - DE QUANDO AINDA EU ERA CRIANÇA - DEVIDO AOS SUSTOS TOMADOS NA CRIAÇÃO DOS  SEUS FILHOS...

 SILENCIOU-SE, REZOU UM POUCO - CREIO EU, POIS SUA BOCA MEXIA. AS CRIANÇAS ACHAVAM AQUILO UM BARATO E ATÉ CHEGARAM A ROLAR NO CHÃO DE TANTO RIR... MINHA MÃE CONTINUAVA A MEXER COM A BOCA COMO SE COCHICHASSE... TIO JOÃO NA PELEJA, AGORA SE ROLAVA PELO CHÃO. TODO DESPENTEADO. ISSO DURAVA MAIS OU MENOS UNS QUATRO MINUTOS.

MEU TIO GRITOU. TODOS SE CALARAM. MINHA MÃE SE BENZEU... MEU TIO OLHOU PARA O MATO, COMO QUE ESPERANDO POR ALGO. E, OLHANDO PARA LÁ, FOI DESCENDO A RUA. APROXIMOU-SE DE NÓS. TODO SUJO. ESPEROU ALGUNS SEGUNDOS. NA RUA, HAVIA SÓ NÓS NAQUELE MOMENTO.

O VÍCIO DO TIO... APARENTEMENTE, NINGUÉM TESTEMUNHARA TAL SITUAÇÃO DE FRAQUEZA SUA - LOGO ELE QUE, APESAR DISSO, ERA UM HERÓI PARA CRIANÇADA, POR SUAS HISTÓRIAS SEMPRE CHEIAS DE VIDA E DE VITÓRIAS... ELE NUNCA PERDEDOR SEMPRE CONSEGUIA SUPERAR DE CABEÇA ERGUIDA OS OBSTÁCULOS QUE A VIDA LHE PROPUNHA... - AGRADECI AOS CÉUS POR ISSO.

O TIO OLHA PARA NÓS E FALA: "VOCÊS VIRAM?" MINHA MÃE E EU RESPONDEMOS: "O QUÊ?" ELE SE APROXIMOU DE MEU OUVIDO, COM UM BAFO QUENTE, SEM ODOR NENHUM DE BEBIDA ALCOÓLICA, COM UM FLAMEJAR NOS OLHOS PELO BRILHO INTENSO DA LUA CHEIA REFLETIDA NELES, ME DISSE "ERA, COM CERTEZA, UM LOBISOMEM!"

Marcio lima


Não deixe de escutar o podcast no vídeo disponível antes da história logo acima. Obrigado 🙏 
Imagem obtida em: Pixabay

quinta-feira, 21 de agosto de 2025

O poema "METAPOESIA" breve análise comparada

O poema "METAPOESIA" é um excelente ponto de partida para a literatura comparada, pois estabelece um diálogo profundo com a tradição poética brasileira. Nele, a poesia é mais do que um gênero literário; é uma entidade viva, complexa e multifacetada, que reflete e interage com as principais correntes de nossa literatura.


A Poesia como Entidade e Objeto

O poema começa personificando a poesia de forma direta e imperativa: "Vê se te desentorta! / Pareces letra morta." Essa visão da poesia como um ser com vida própria e, por vezes, rebelde, ecoa o tom de Carlos Drummond de Andrade. Em "Procura da Poesia," Drummond trata o ato de poetizar como uma busca árdua por algo que "não está em lugar nenhum," uma luta constante com as palavras. Da mesma forma, a aparente simplicidade da poesia de Manuel Bandeira, descrita no poema como "moça singela," esconde uma profundidade que "abraça-te sutilmente a almas," assim como Bandeira encontra o lirismo no cotidiano mais banal.

Ainda nessa linha, a afirmação de que a poesia é "matéria-prima" e "imperfeita" cria uma ponte direta com o Modernismo e o Concretismo. Ao chamar a poesia de "imperfeita," o texto abraça a rebeldia de Mário de Andrade e Oswald de Andrade, que rejeitaram a busca parnasiana pela perfeição formal para valorizar a liberdade e a linguagem coloquial. Já a ideia de que a poesia é "matéria-prima pra uma obra que não termina" dialoga com os irmãos Campos e Décio Pignatari. Para os concretistas, o poema era um objeto em si, uma arquitetura de palavras e imagens, sempre em construção e em constante interação com o leitor.

A Poesia como Ferramenta de Conhecimento e Emoção

Além de sua forma e essência, o poema discute a função da poesia em relação a outros campos do saber e da experiência humana. A menção de que a poesia "com a história te encantas, casa-te..." remete à poética de João Cabral de Melo Neto. Para Cabral, a poesia não era um espaço isolado da realidade, mas um ofício que se constrói com rigor e precisão, dialogando com o mundo concreto, a geografia e a sociedade. A poesia se torna um meio para compreender a história e a realidade de forma objetiva.

No entanto, o poema também destaca a capacidade da poesia de tocar a subjetividade. O verso "Atravessas com teu penetrante olhar / O mais duro dos corações..." e a busca por "mundos desconhecidos, / Recônditos mais íntimos de amores perdidos" conectam o texto ao lirismo e à introspecção de poetas como Cecília Meireles e Vinicius de Moraes. A poesia de Vinicius é a própria expressão das paixões e dores do amor, enquanto a de Cecília explora o universo interior com delicadeza e melancolia. Essa dualidade, entre a objetividade e a subjetividade, a razão e a emoção, é uma característica central da poesia brasileira, e "METAPOESIA" a capta com maestria.

O poema de Marcio Lima, portanto, atua como um microcosmo da história da poesia brasileira. Ele resume e sintetiza as preocupações e as inovações de diferentes gerações de poetas, desde a busca pela essência do verso até a sua função social e emocional, demonstrando que a metapoesia é um tema que permeia nossa tradição literária de forma contínua e rica.

(Análise executada pela IA Gemini, Ago. 2025 sob a orientação do autor do poema).

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Veja abaixo o poema analisado pela IA e tire suas próprias conclusões. Obrigado querido leitor pela companhia.

METAPOESIA


Vê se te desentorta!

Pareces letra morta.

Não adormeça na falta de rima.

Acordo-te

pra algo que não imaginas...

Com teus enleios abro portas.

Vê que és matéria-prima!

Pra uma obra que não termina.

Sinto-te

imperfeita.

És, não cativa, ativa...

Conduze-me

a mundos desconhecidos,

Recônditos mais íntimos de amores perdidos,

De almas de donzelas sofredoras,

A amores sonhados.

Às vezes te confundes perdidamente com a

ciência,

Às vezes abraça-te

sutilmente a almas,

Mas, com a história te encantas, casa-te...

Atravessas com teu penetrante olhar

O mais duro dos corações...

Fizeste-te

assim... ninguém parece te entender...

Mas, sente como se em algum momento

Fizeste parte de sua vida.

Assim és – moça singela –

Letras quentes-frias

Que nos conduzem tão

longe, tão perto –

És doce-útil

Poesia.

(24/10/2008).


Poema original publicado em: https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com/2014/03/metapoesia.html?m=1




 


quarta-feira, 13 de agosto de 2025

Análise do Poema “Declaração” de Márcio Lima, by IA Gemini, 2025

Declaração

  Carta, Declaração De Amor, Amor
 
DECLARAÇÃO


         Eu, Poeta e Amador, residente na Rua dos Sonetos, número de 08 versos, lar que tem como complemento uma epígrafe caliente de um Poeta imortal, dono de um ofício, em seus ócios criativos de dar vida a letras mortas... 
       Venho mui respeitosamente através destes versos declarar meu amor por Linda Musa Encantadora de Meus Dias, a qual se fez merecedora pelo simples fato de existir, e, quase nada mais.
E, por ser uma fingida expressão da verdade, firmo a presente.

Cidade das Emoções, Estado da Felicidade,Ano da Inspiração. 


____________________________________________
Poeta e Amador
 
(Marcio Lima)



Vamos viajar à companhia da IA Gemini que analisou o poema de Marcio Lima. 

Não concordou ou tem algo a acrescentar, deixe seu comentário.

Agradecido,

O Autor!


ANÁLISE

## ✍️ Estrutura

- *Forma epistolar*: O poema é construído como uma carta, com elementos típicos como saudação, corpo e assinatura. Isso reforça o tom íntimo e pessoal da declaração.

- *Verso livre e prosa poética*: Não há métrica fixa ou rima tradicional. A linguagem flui como uma prosa poética, com forte carga lírica.

- *Metalinguagem*: O poeta brinca com o próprio ato de escrever, referindo-se à sua morada como “Rua dos Sonetos, número de 08 versos”, misturando espaço físico com estrutura poética.


## 🎨 Estilo

- *Romântico e irônico*: Há uma mistura de romantismo idealizado com uma leve ironia, especialmente na frase “quase nada mais”, que relativiza a grandiosidade da musa.

- *Barroquismo moderno*: O uso de antíteses (“letras mortas” ganhando vida), exageros e linguagem rebuscada remete ao barroco, mas com uma roupagem contemporânea.

- *Autorreferencialidade*: O poeta se define como “Poeta e Amador”, assumindo tanto o papel de criador quanto de apaixonado, o que reforça a fusão entre arte e sentimento.


## 🌎 Importância na Literatura Latino-Americana

Embora Márcio Lima não seja amplamente conhecido no cânone latino-americano, o poema carrega traços que dialogam com tradições da região:


- *Afetividade e subjetividade*: A literatura latino-americana valoriza o íntimo, o emocional, o cotidiano elevado ao poético — e “Declaração” se encaixa perfeitamente nesse espírito.

- *Mistura de gêneros*: A fusão entre carta, poema e crônica é típica da experimentação literária latino-americana, que rompe fronteiras formais.

- *Humor e lirismo*: A leveza com que o amor é tratado, sem perder profundidade, é uma marca de autores como Mario Benedetti ou Vinicius de Moraes.


## 💡 Considerações finais

“Declaração” é um poema que celebra o amor com simplicidade e engenho. Sua força está na forma como transforma o cotidiano em arte, e como brinca com os elementos da linguagem poética. É uma peça que, embora breve, carrega um universo de referências e emoções.



sábado, 19 de julho de 2025

Análise do Poema "Pipoca" de Marcio Lima sob a Lente Nietzschiana

 

O poema "Pipoca" de Marcio Lima, com sua atmosfera melancólica e a figura central do palhaço em declínio, oferece um terreno fértil para uma análise à luz da filosofia de Friedrich Nietzsche, especialmente no que tange aos conceitos de vontade de potência, niilismo, além-homem e a crítica à moralidade do rebanho.

O Declínio da Vontade de Potência e o Niilismo do Palhaço

No início do poema, o palhaço, que outrora cativava a multidão com sua arte ("à praça a esmo assistia ao palhaço que se apresentava?"), representava uma manifestação da vontade de potência em sua forma criativa e afirmativa. Ele era o artista que impunha sua visão ao mundo, gerando alegria e engajamento.

Contudo, essa vontade de potência se esvai: "Sua arte aos poucos perdeu a graça". O palhaço se encontra em um estado de niilismo passivo, onde os valores que antes davam sentido à sua existência – a arte, a poesia, o riso – perderam seu significado. Ele não mais cria, apenas "conta os pombos", "ruminar, a olhar os pombos, a admirar os porcos". Essa passividade e a observação de seres inferiores (pombos e porcos, que em Nietzsche podem representar a mediocridade do rebanho) denotam a ausência de um propósito elevado. Sua "máscara e pintura, sem graça, deixam sua cara triste, marcada pelo córrego de lágrimas", revelando a futilidade e o vazio de sua existência presente.

A Moralidade do Rebanho e o Prazer Sádico da Multidão

O "povo" no poema, inicialmente espectador da arte do palhaço, transforma-se em um "rebanho" nietzschiano. Eles não mais valorizam a arte em si, mas se deleitam com a desgraça alheia. A frase "O povo parou a admirar tão absurda visão. Como que em frenesi, espalham-se gargalhadas. O povo volta a rir. O palhaço chora" é um eco da crítica de Nietzsche à moralidade do rebanho, onde a compaixão e a empatia são substituídas por um prazer sádico na queda do indivíduo que ousa ser diferente ou que antes se destacava. A alegria do povo surge do sofrimento do palhaço, uma inversão perversa dos valores. Eles "festejavam" a dor do palhaço, revelando a mesquinhez e a incapacidade de transcender a própria mediocridade.

A Solidão das Pipocas e a Memória do Passado

As "pipocas, deixadas em paz, escureceram pela solidão" podem ser interpretadas como um símbolo dos valores e da alegria que antes eram compartilhados, mas que agora, ignorados, se tornam amargos e sem vida. As pipocas, que deveriam ser fonte de prazer e nutrição para a multidão, são negligenciadas, assim como a arte do palhaço. A nostalgia dos porcos ("e os porcos pensam na nostalgia das pipocas") pode ser lida como a memória de um tempo em que havia abundância e alegria, mesmo por parte dos seres menos nobres, contrastando com o presente de escassez e sofrimento.

A Ausência do Além-Homem

No contexto do poema, não há um vislumbre do além-homem. O palhaço, ao invés de superar seu niilismo através da criação de novos valores e da afirmação de sua vontade de potência, afunda na autodestruição emocional. Ele se entrega à melancolia e à passividade, incapaz de transmutar seus sofrimentos em força criativa. A falta de resiliência e a incapacidade de ir "além" de sua condição atual o condenam ao desespero e à perda de sua identidade.

Em suma, "Pipoca" de Marcio Lima, através da figura trágica do palhaço e da resposta indiferente (e até cruel) do povo, pinta um quadro sombrio do declínio da vontade criativa e do triunfo de um niilismo que se alimenta da decadência alheia, ressoando profundamente com as advertências de Nietzsche sobre os perigos da perda de valores e da mediocridade do rebanho. O poema nos convida a refletir sobre a importância da autenticidade e da superação em um mundo que muitas vezes celebra a queda dos que ousam brilhar.

[Análise executada pela Gemini, jul. 2025].

Gostou da análise? Concorda com ela? Quer ler o poema na íntegra?

Segue o link para acesso: https://devaneiosliterariosdolima.blogspot.com/2011/07/pipoca.html 

ANTROPOTECNOLOGIA NA TRANSFERÊNCIA DE TECNOLOGIA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: UMA PERSPECTIVA DA DIMENSÃO SOCIAL NO CONTEXTO DA QUARTA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Eis, por que ando pouco produtivo na literatura ficcional. Todavia, compartilho com você leitor mais um resultado de minha pesquisa na área ...